
Coordenação

Tânia Salgado Pimenta
Grupo de pesquisa/NERAS
Possui graduação em História pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1994), mestrado (1997) e doutorado (2003) em História pela Universidade Estadual de Campinas e período de bolsa-sanduíche na Emory University (Atlanta/EUA) (2001). É pesquisadora titular da Casa de Oswaldo Cruz/Fundação Oswaldo Cruz e professora do Programa de Pós-Graduação em História das Ciências e da Saúde da Casa de Oswaldo Cruz/Fiocruz. É líder do Grupo de Pesquisa do CNPq Escravidão, Raça e Saúde (Fiocruz); vice-líder do Grupo de Pesquisa do CNPq História da Assistência à Saúde (Fiocruz); e faz parte do Grupo de Pesquisa do CNPq Histórias Atlânticas (UFRJ). Coordena o Núcleo de Estudos Escravidão, Raça e Saúde (NERAS) constituído por alunos do PPGHCS/COC/Fiocruz e professores e alunos de outras instituições. Suas áreas de pesquisa e ensino são saúde e escravidão; artes e ofícios de cura; homeopatia; e relação entre terapeutas e doente, hospitais e assistência à saúde. É Pesquisadora de Produtividade em Pesquisa do CNPq.
Pesquisadores associados

Benedito Carlos Costa Barbosa
Grupo de pesquisa/NERAS
Doutor em História das Ciências e da Saúde pela Casa de Oswaldo Cruz (COC/FIOCRUZ), mestre em História Social pela Universidade Federal do Pará (UFPA), instituição em que também concluiu a graduação em História e a especialização em História da Amazônia. Atualmente, é professor no curso de graduação e no Programa de Pós-Graduação em Ensino de História (PROFHISTÓRIA) da Universidade Federal de Roraima (UFRR). Desenvolve pesquisas sobre Escravidão Negra na Amazônia (séculos XVIII e XIX), abordando temas como comércio negreiro e condições de saúde dos escravizados; Doenças, epidemias e práticas de cura; e Ensino de História na Amazônia, explorando temas como educação, migração venezuelana e relações étnico-raciais. Integra o Núcleo de Estudos "Escravidão, Raça e Saúde" (NERAS/FIOCRUZ); o Grupo de Estudos e Pesquisas da Escravidão e Abolicionismo na Amazônia (GEPEAM/UFPA) e o Grupo de Pesquisa História Social e Ensino de História (HCEH/UFRR).
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Flavio Gomes
Grupo de pesquisa/NERAS
Professor Associado da UFRJ, atuando nos programas de pós graduação do Instituto de História/UFRJ. Tem publicado e desenvolvido pesquisas sobre história atlântica com destaque para campesinato em perspectiva comparada (Brasil, Venezuela e Guiana Francesa), cultura material (arqueologia das senzalas e dos mocambos) e africanos (padrões de doenças) em contextos urbanos e rurais. É pesquisador do CNPq.

Iamara da Silva Viana
Grupo de pesquisa/NERAS
Pós-doutora em História (2019) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, Doutora (2016) e Mestre (2009) em História pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro, onde atua como Professora Adjunta do Departamento de Estudos Aplicados ao Ensino, bem como do Profhistória UERJ. Jovem Cientista do Nosso Estado da Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro/FAPERJ; Líder do Núcleo de Pesquisas Educação, Corpos, Histórias e Memórias Negras – NECOHM – UERJ/CNPq. Pesquisa, publica e desenvolve projetos sobre corpos africanos escravizados, mulheres negras na escravidão e no pós-emancipação, médicos, medicina e pensamento médico no século XIX, história das doenças e da saúde na escravidão; letramento e escolarização da população negra na escravidão e no pós-emancipação e Ensino de História. Autora e coautora de livros, capítulos e artigos que versam sobre seus temas de pesquisa.

Tamara Alicia Araya Fuentes
NERAS
Pesquisadora pós-doutoral ANID Chile n.3240103, e docente na Universidade do Chile. Doutora em História das Ciências e da Saúde (Coc/Fiocruz). Meus interesses estão relacionados com a escravatura em dialogo com a história das doença e as praticas médicas. Em particular procuro me aproximar as experiências das pessoas escravizadas, e cómo elas e eles se apropiaram de seus corpos e doença em contextos judiciais. Também me preocupa conhecer as relações e tipos de trabalho escravizado nos séculos XVIII e XIX no Chile, Argentina e Brasil principalmente. Metodologicamente, trabalho a partir da proposta da «Microhistória em movimento», ligada à história conectada e comparada, para aprofundar as conexões da escravatura a partir de uma orientação que destaca a experiência das pessoas escravizadas que fizeram parte das sociedades coloniais e da administração espanhola e portuguesa durante o século XVIII e XIX. Linhas de pesquisa: história da escravidão afrodescendente e historia da saúde e doenca em Chile, Argentina e Brasil colonial (séculos XVIII-XIX) Tenho experiência como docente universitaria em materias de metodología e historia da América colonial.
Equipe de pesquisa

André Vinicio Bialeski Vieira
NERAS
Olá, me chamo André Vinicio e atualmente sou doutorando e mestre em História das Ciências pela Casa de Oswaldo Cruz, Fundação Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz). Sou licenciado em História pela Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), com conclusão em 2022. Minhas pesquisas buscam discutir as artes de curar no contexto do Planalto Meridional Brasileiro, entre a segunda metade do século XIX e o início do século XX, com ênfase nas múltiplas interações culturais da região. A investigação busca aproximar essas práticas de uma tradição local que articula saberes africanos, indígenas e portugueses, em diálogo com a devoção ao santo popular São João Maria, figura conhecida em razão do Movimento do Contestado.

Jamile Santana Fernandes
NERAS
Sou Jamile Santana Fernandes, nascida em Salvador, estudante de Licenciatura em História na UFRB (CAHL), sob orientação do Prof. Dr. Walter Fraga Filho. Pesquiso a História do Brasil do século XIX, com foco em escravidão, saúde e doenças. Participei do PIBIC (Notícias da África no Idade D’Ouro do Brazil) e do PIBID (As Charuteiras e Fumageiras do Recôncavo),onde desenvolvi o material didático, um jogo de tabuleiro sobre o fumo e as fumageiras do Recôncavo da Bahia, disponíveis online. Também, realizei a pesquisa “Curando Histórias: a saúde dos cativos africanos na Bahia escravista do século XIX” e íntegro atualmente o subprojeto de História do PIBID sobre povos originários e afro-brasileiros. Desenvolvo meu TCC sobre a saúde da população negra na Bahia oitocentista, sou integrante do NERAS/Fiocruz e voluntária no projeto PET-Saúde Equidade CUIDA-APS. Em dezembro de 2025 participarei do programa Caminhos Amefricanos na República Dominicana, promovendo diálogos na diáspora africana.

Rafael Dalyson Souza
NERAS
Rafael Dalyson Souza é doutorando em História das Ciências (Fiocruz). Membro dos grupos do Núcleo de Estudos Escravidão, Raça e Saúde (NERAS) e Consortium for the History of Science, Technology and Medicine (https://www.chstm.org/group/history-science-technology-and-medicine-latin-america). Tem experiência na área de História, com ênfase em História das Técnicas, atuando principalmente nos seguintes temas: ciência útil, instituições científicas, propriedade intelectual, sociedade do açúcar, segunda escravidão e relações França-Brasil. Recentemente (2025) publicou em coautoria com Laura Camila Silva da Silva, Natália Cristina de Aquino Gomes e Stefanie Clarice Ramos Moysés, o livro "Experiências de pesquisa na França: arte, técnica e cultura", sobre a experiência de pesquisa dos autores realizada nos arquivos franceses em 2024 (https://ampllaeditora.com.br/publicacoes/7676/).

Jacques Ferreira Pinto
NERAS
Jacques Pinto é doutorando em História das Ciências e da Saúde pela Casa de Oswaldo Cruz/Fiocruz com período sanduíche no Departamento de História da Universidade de Harvard (EUA). Atualmente é professor efetivo de História na Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro (SME-RJ) e na Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro (SEEDUC/RJ) e pesquisador do Núcleo de Estudos Escravidão, Raça e Saúde (NERAS/Fiocruz). Jacques é mestre em História pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, especialista em Educação das Relações Étnico-Raciais no Ensino Básico pelo Colégio Pedro II e bacharel e licenciado em História pela UFRJ. Tem experiência com pesquisa, ensino e consultoria, já tendo atuado em diferentes instituições nacionais e internacionais. Tem especial interesse nas relações entre saúde e escravidão no Brasil e nas Américas com foco em alforrias por motivos de doenças, diáspora africana e sua memória e viajantes brasileiros durante o século XIX. No que concerne ao Ensino de História, tem relevante interesse nas leis 10.639/03 e 11.645/08, ensino de história da África e cultura afro-brasileira em espaços educacionais.

Ejhon Lucas Dias Costa
NERAS
Sou graduado em História pela Universidade Federal do Pará (UFPA); possuo Mestrado pelo Programa em História Social da Amazônia (PPHIST-UFPA), com a dissertação “As terapias do “Doutor Limonada”: medicina oficial e as práticas de cura populares na Amazônia Oitocentista”, obtido no ano de 2024. Atualmente, produzo minha Tese de Doutorado no Programa em História das Ciências e da Saúde da Casa de Oswaldo Cruz (PPGHCS- FIOCRUZ). Venho atuando em alguns grupos de pesquisa, dentre eles, o grupo de “História das Práticas da Saúde e das Doenças” (GEPHSD), da Universidade Federal do Pará; e, também, no Núcleo de Pesquisa “Escravidão, Raça e Saúde” (NERAS), da Casa de Oswaldo Cruz. Ultimamente venho pesquisando e atuando nos seguintes temas: História das Ciências na Amazônia no século XIX; História das Práticas de Cura e das Artes de Curar na Amazônia; História da Medicina; biografias médicas e cientistas na Amazônia.

Larissa Bispo dos Santos
NERAS
Graduada em História pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (2022). Mestra pelo Programa de Pós-Graduação em História do Atlântico e Diáspora Africana da Universidade Estadual de Santa Cruz (2024). Doutoranda no Programa de Pós-Graduação em História das Ciências e da Saúde na Fundação Oswaldo Cruz (2024 - 2028). Membro do Grupo de pesquisa do CNPq "Escravidão, raça e saúde" e do Núcleo de estudos Escravidão, Raça e Saúde. Membro do Grupo de pesquisa do CNPq "Portos: núcleo de pesquisa em História Econômica das américas na época moderna" e do Nexos da escravidão atlântica: tráfico negreiro, comércio, fiscalidade e administração colonial. Tem experiência na área de História, com ênfase em História da Saúde e Doenças entre os escravizados.

Fellipe Vasconcellos
Grupo de pesquisa/NERAS
Graduado em História (Bacharelado) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2024), onde fez parte do Laboratório de Estudos de História Atlântica (LEHA/UFRJ) e desenvolveu pesquisa de Iniciação Científica financiada pelo CNPq. Atualmente, cursa o mestrado no Programa de Pós-graduação em História das Ciências e da Saúde pela Casa de Oswaldo Cruz/Fiocruz, financiado pela CAPES, onde desenvolve uma pesquisa acerca da construção de tópicas narrativas sobre o corpo de escravizados a partir de anúncios de fugas na cidade do Rio de Janeiro, entre 1808 e 1822. Participa do Núcleo de Estudos Escravidão, Raça e Saúde (NERAS/Fiocruz).

Matheus Rodrigues
Grupo de pesquisa/NERAS
Bacharel e licenciado em História pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) (2019); Doutorando e Mestre em História das Ciências e da Saúde pela Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz (Programa de Pós-graduação em História das Ciências e da Saúde – COC / Fiocruz) com a dissertação “LUGAR DE CABEÇA, LUGAR DE PELE: loucura, escravidão e raça na cidade do Rio de Janeiro (1852 - 1888)” defendida em junho de 2021 e orientada pela Prof.ª Dr.ª Tânia Salgado Pimenta. Membro do NERAS - Núcleo de Estudos Escravidão, Raça e Saúde da Casa de Oswaldo Cruz; Membro do Comitê de Ética da Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (CEP – EPSJV). Possui experiência nas áreas de Cultura, Educação, Pesquisa (atuação em arquivo, transcrição e levantamento de dados e higienização e catalogação documental) e Ciências Biológicas (Técnico em Análises Clínicas formado pela FAETEC – 2013). Estagiário no Centro de Documentação e Memória, do Instituto Municipal de Assistência à Saúde Nise da Silveira (IMASNS) (2016 – 2018); bolsista de pesquisa FIOTEC / Fiocruz no projeto de pesquisa “Assistência Psiquiátrica em Perspectiva Histórica” (2021) e na Fundação Getúlio Vargas (FGV) (2022). Fundador e produtor cultural da “M² Coletivo & Produções”. Atualmente, tem realizado trabalhos na área de produção cultural, dramaturgia e audiovisual: com escrita, produção e circulação do espetáculo teatral “ANTES QUE EU ME ESQUEÇA!” (2023); e da roteirização e direção do curta-metragem “SANO!” (2025).

Gutiele Gonçalves dos Santos
NERAS
Gutiele Gonçalves dos Santos é mestre e doutoranda no Programa de Pós-Graduação em História das Ciências e da Saúde da COC-Fiocruz, no qual é bolsista Doutorado Nota 10 da Faperj. É licenciada em História pela Universidade Federal do Piauí, tendo cursado um período acadêmico na Universidade de Coimbra. Foi bolsista da Capes no Programa de Doutorado Sanduíche no Center for Latin American Studies da University of Pittsburgh (2024-2025). Também concluiu o curso de Lengua y Cultura Española na Universidad de La Rioja, na Espanha (2022). É integrante do Grupo de Pesquisa Escravidão, Raça e Saúde (CNPq) e do NERAS/Fiocruz – Núcleo de Estudos Escravidão, Raça e Saúde. Participou do programa Certificate in Afro-Latin American Studies (2020–2021), organizado pelo ALARI da Harvard University, e integra o Conselho Editorial da revista África e Africanidades. Sua pesquisa concentra-se na história da escravidão, história das ciências, história da saúde e na vacinação antivariólica.

Layla Silva Ferreira
NERAS
Assina SILVA, Layla. Doutoranda em História das Ciências e da Saúde (COC-FIOCRUZ) sob orientação da Prof. Dr. Tânia Salgado Pimenta. Mestra em História das Ciências e da Saúde pela mesma instituição. Pesquisadora das relações sociais escravistas no Brasil oitocentista com foco nos estudos sobre africanos orientais. Atualmente, pesquisa sobre mortalidade, doenças e saúde de africanos escravizados na rota Moçambique-Brasil com projeto de tese intitulado: Mortes atlânticas: tráfico, doenças e margens africanas - Moçambique-Rio de Janeiro (1800-1856). Na área de ensino, atua como educadora popular em pré-vestibulares sociais e projetos socio-culturais.

Igor Bruno Dias
Grupo de pesquisa/NERAS
Bacharel e licenciado em História pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), possui mestrado pelo Programa de Pós-graduação em História das Ciências e da Saúde, da Fundação Oswaldo Cruz (Casa de Oswaldo Cruz); atualmente cursa doutorado pela mesma instituição e programa. Seus interesses de pesquisas são referentes à história da escravidão no Brasil, especialmente no que tange às práticas de curas populares, usos e circulação de substâncias venenosas por esses grupos, repressão à tais práticas, e o diálogo desses temas às discussões das noções de agência e resistência cativa. Tem trabalhado como multiartista, produtor, articulador cultural há cerca de 15 anos, especialmente em São Paulo e no Rio de Janeiro. Formado no curso técnico de atores do INDAC (SP) e outros cursos na área de produção cultural, desenvolveu trabalhos como arte-educador para adolescentes e adultos e a produção e curadoria de mostras de teatro, saraus, festivais de dança, música, em algumas instituições culturais paulistanas, além de ter dirigido, atuado e produzido espetáculos teatrais próprios. Se interessa pela intersecção entre esses dois eixos, a História enquanto disciplina acadêmica e as artes e articulações culturais possíveis.

Jefferson Neves
Grupo de pesquisa/NERAS
Mestrando no Programa de Pós-Graduação em História Comparada na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Bolsista da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). Pesquisa escravidão no Rio de Janeiro do XIX, com foco nas experiências do Cais do Valongo e seus entornos.

Leticia Mattos
Grupo de pesquisa/NERAS
Letícia Maria da Silva Mattos é doutoranda em História das Ciências e da Saúde na Casa de Oswaldo Cruz (Fiocruz), onde também concluiu o mestrado na mesma área. Graduada em História pela Universidade Federal Fluminense (UFF), desenvolve pesquisas que articulam escravidão, saúde, gênero e maternidade no século XIX. Seu trabalho investiga como discursos e práticas médicas contribuíram para a construção de uma assistência obstétrica e materna racializada no Brasil escravista. Participou da conferência internacional Medicine and the Making of Race: Medicine, Slavery, and Race in the Atlantic World (King’s College London). É membro do NECOHM/UERJ/CNPq (Núcleo de Pesquisa Educação, Corpos, Histórias e Memórias Negras) e organizadora do Grupo de Estudos Gênero, Escravidão e Saúde (GEGES). Tem interesse em história da medicina, amamentação, obstetrícia e nas relações entre raça, corpo e ciência.

Bárbara Barbosa Santos
Grupo de pesquisa/NERAS
Doutoranda em história das ciências e saúde pela Fundação Oswaldo Cruz. Mestre em história social pela Universidade Federal de Sergipe, graduação em história licenciatura pela mesma universidade. É membro do Grupo de Pesquisa do CPNQ Escravidão, Raça e Saúde. Integra o grupo de trabalhos história das doenças e saúde de Sergipe (ANPUH-SE). Pesquisa a saúde e escravidão no Nordeste com ênfase nas províncias de Sergipe, Bahia e Pernambuco. Participou de programas institucionais de iniciação à docência e extensão universitária. Tem experiência em museus de cultura popular, história da saúde e das populações .

Idalina Freitas
Grupo de pesquisa/NERAS
Sou Idalina Maria Almeida de Freitas, mestra e doutora em História Social pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo – PUC/SP, ex-bolsista Fapesp. Atuo como professora Associada I na Universidade Internacional da Integração Afro-Brasileira - UNILAB, campus dos Malês, Bahia. Tenho me dedicado a pesquisas no campo de História da África com ênfase em história social da saúde em Angola no século XIX, assistência, medicina e escravidão. Meu último trabalho relevante foi o artigo “ Leonardo Africano Ferreira: um médico negro entre Angola, Brasil e São Tomé e Príncipe (1830-1870)”, publicado na Revista Afro – Ásia. Link: https://periodicos.ufba.br/index.php/afroasia/article/view/45444#:~:text=Doutora%20em%20Hist%C3%B3ria%20Social%20pela,%2C%20Campus%20dos%20Mal%C3%AAs%2C%20Bahia.